O potencial de geração de energia elétrica a partir de biomassa e os incentivos para fontes alternativas

O Brasil tem capacidade de geração de energia a partir de biomassa equivalente a três usinas hidrelétricas como a de Belo Monte. Esse potencial não é aproveitado e faltam estudos e investimentos na área. Um dos incentivos ao setor vem das condições de financiamento praticadas pelo BNDES, com altas participações em Taxas de Juro de Longo Prazo (TJLP).

Energias Alternativas

O Brasil tem capacidade de geração de energia elétrica a partir de biomassa equivalente a três usinas hidrelétricas como a de Belo Monte. Todo esse potencial ainda tem nível de aproveitamento incipiente e faltam mais estudos e investimentos na área.

Um dos incentivos vem das condições de financiamento praticadas pelo BNDES para o setor elétrico, atualizadas no final de 2016. Para biomassa e cogeração a participação do BNDES em Taxas de Juro de Longo Prazo (TJLP) foi mantida em 70%, mas para energia solar essa participação aumentou de até 70% para até 80%.

As seguintes participações do BNDES em Taxas de Juro de Longo Prazo (TJLP) são previstas atualmente para esses tipos de empreendimento, com condições alteradas para contribuir na ampliação de fontes alternativas de energia e direcionar investimentos para projetos com alto retorno social e ambiental:

  • Energia solar – aumentou de até 70% para até 80%;
  • Eficiência energética – mantida em até 80%;
  • Iluminação pública – mantida em até 80%;
  • Energia eólica – mantida em até 70%;
  • PCHs – mantida em até 70%;
  • Biomassa e cogeração – mantida em até 70%.

Por outro lado, o BNDES diminuiu a parcela de TJLP para grandes hidrelétricas de 70% para 50%, visando estimular financiamento privado para novos financiamentos nessa área.

O banco também deixa de apoiar investimentos em termelétricas a carvão e óleo combustível, maiores emissores de poluentes hoje na matriz brasileira.

Essas novas condições estabelecidas pelo BNDES, priorizando estimular investimentos em energia solar, se dá pelo fato de se tratar de tecnologia em fase inicial de desenvolvimento no país, demandando incentivos para alcançar economias de escala e maior competitividade.

Na linha de eficiência energética, essas condições visam fomentar investimentos em modernização de equipamentos, instalações e processos industriais, pela necessidade de aumentar a economia de energia no país e de se melhorar os serviços oferecidos e a maior proteção ao meio ambiente.

Fonte: Rede Juruena VivoAgência Gestão CT&I

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